Coloquios_faixa_3.jpg
Logo_coloquios.png

Colóquios

Oferecemos um desafio e uma oportunidade a jovens ambiciosos, com potencial para liderança futura, num esforço de entender melhor a evolução das instituições da sociedade moderna. Convidamos estudantes e jovens profissionais para uma série de leituras e discussões sobre a evolução das instituições que, desde épocas remotas, pautam nosso convívio e permitem o desenvolvimento das sociedades complexas. Após os encontros, é produzida uma memória com os principais pontos debatidos, com oportunidade de aprofundamento e divulgação nos meios eletrônicos.

Durante a pandemia do coronavírus, realizamos os encontros do Colóquio sobre as Instituições no formato virtual. Se você tem interesse em participar dos Colóquios em 2021, se inscreva aqui:

Resumo dos Encontros

2021

91f-1yBcARL.jpg

Coronelismo, Enxada e Voto, de Victor Nunes Leal

Coronelismo, enxada e voto é um livro de Victor Nunes Leal publicado em 1948, oriundo de sua tese de concurso público para professor.

É um estudo da vida política brasileira a partir do sistema do coronelismo, que o autor considera sistema político.Chefes políticos, proprietários de terras, senhores do bem e do mal, os coronéis são figuras marcantes na história e na literatura brasileiras.

Screenshot_19.jpg

A Rebelião das Massas: Uma releitura um século depois, de Eiiti Sato

 

Em 1930 foi publicada a obra intitulada A Rebelião das Massas de José Ortega y Gasset (1883-1955). No livro, o filósofo argumentava que “(...) as cidades estão cheias de gente. As casas, cheias de moradores. Os hotéis, cheios de hóspedes. Os trens, cheios de viajantes. Os cafés, cheios de consumidores [...] O que antes não era problema, começa a sê-lo cada vez mais: como encontrar lugar”. Com essa imagem Ortega y Gasset começa por explicar os motivos de sua preocupação com a emergência das massas, que é o tema de seu livro. 

Diante da pandemia desencadeada em 2020 esse padrão de uma sociedade cada vez mais massificada e, portanto, mais aglomerada, foi posto em grande evidência. Além de praças e de vias públicas lotadas, de transportes coletivos lotados, e de festas e eventos públicos esportivos e culturais com milhares de participantes aglomerados, até mesmo os embarques em aeroportos para voos nacionais e internacionais também se tornaram locais de grandes aglomerações. 

61W2ioHO2dL.jpg

O anel de Giges, de Eduardo Gianetti

O anel de Giges nos convida a pensar a natureza de nosso comportamento para além de leis e amarras morais, em uma análise do experimento mental de se viver sem impedimentos ou censura social.

Para isso, Giannetti examina os ideais de plenitude e felicidade das tradições filosóficas ocidentais e como as diferentes escolas de pensamento ético ― de Platão ao cristianismo, de Kant ao utilitarismo ― reagiriam diante do desafio do anel.
 

2020

Sociedade do Cansaço.jpg

Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han

Byung-Chul Han mostra que a sociedade disciplinar e repressora do século XX descrita por Michel Foucault perde espaço para uma nova forma de organização coercitiva: a violência neuronal. As pessoas se cobram cada vez mais para apresentar resultados - tornando elas mesmas vigilantes e carrascas de suas ações.

Irnãos Karamazov.jpg

O grande inquisidor - Capítulo do livro “Os irmãos Karamázov” de Fiódor Dostoiévski 

O Grande Inquisidor é um poema idealizado pelo personagem Ivan Karamázov e desenvolvido em forma de prosa no relato a seu irmão Aliócha no romance de Fiódor Dostoiévski Os Irmãos Karamazov (1879-1880).

Trata-se de um monólogo, situado na cidade de Sevilha a época da grande Inquisição, no qual o Cardeal da Santa Igreja se depara com Jesus Cristo reencarnado e ordena sua prisão, questionando e condenando sua volta à Terra.

Sobre o Autoritarismo Brasileiro.jpg

Sobre o autoritarismo brasileiro, de Lilia Schwarcz - Capítulos 1 a 5

Os brasileiros gostam de se crer diversos do que são. Tolerantes, abertos, pacíficos e acolhedores são alguns dos adjetivos que habitam frequentemente a mitologia nacional. Neste livro urgente e necessário, Lilia M. Schwarcz reconstitui a construção dessa narrativa oficial que acabou por obscurecer uma realidade bem menos suave, marcada pela herança perversa da escravidão e pelas lógicas de dominação do sistema colonial.

O Velho E O Mar Hemingway.jpg

O velho e o mar, de Ernest Hemingway

O Velho e o Mar (The Old Man and the Sea, no original em inglês) é uma novela de Ernest Hemingway, escrita em Cuba, em 1951, e publicada em 1952.

Conta a história de um velho pescador que luta com um gigante Marlim em alto mar por entre a Corrente do Golfo. Apesar de ter sido alvo de apreciações muito divergentes por parte da crítica, é uma obra que permanece uma referência entre os livros de Hemingway, tendo reafirmado a importância do autor em tempo de o qualificar para o Prêmio Nobel de Literatura de 1954.

República das milícias.jpg

A República das Milícias: dos esquadrões da morte à era Bolsonaro, de Bruno Paes Manso - Capítulo 1

O que fazia o policial Fabrício Queiroz antes de se tornar conhecido em todo o país como aliado de primeira hora da família Bolsonaro? E o líder miliciano Adriano da Nóbrega, matador profissional condecorado por Flávio Bolsonaro e morto pela polícia em 2019? E o ex-sargento Ronnie Lessa, apontado como autor dos disparos que mataram a vereadora Marielle Franco e morador do mesmo condomínio do presidente da República na Barra da Tijuca? Os três foram protagonistas de uma forma violenta de gestão de território que tomou corpo nos últimos vinte anos e ganha neste livro um retrato por inteiro: as milícias.

O futuro chegou.jpg

O futuro chegou: instituições e desenvolvimento no Brasil, de Maílson da Nobrega - Capítulo 2

O livro "O futuro chegou - instituições e desenvolvimento no Brasil", publicado pela Editora Globo em 2005, é um ensaio que se propõe a difícil tarefa de responder à pergunta - para onde estamos indo? Na busca de uma resposta, Maílson da Nóbrega recorre, em primeiro lugar, à história.

Anos anteriores

capa do livro.jpg

O Povo Contra a Democracia, de Yascha Mounk

"A democracia perdeu sua força e corre perigo. Como chegamos até aqui e o que precisamos fazer agora? Neste livro contundente e necessário, Yascha Mounk une análise política e sólida pesquisa e nos dá diretrizes para o futuro. Com prefácio exclusivo à edição brasileira. O mundo está em crise. Da Rússia, Turquia e Egito aos Estados Unidos, populistas autoritários tomaram o poder. Os cidadãos estão perdendo a confiança em seu sistema político. Como resultado, a própria democracia corre perigo. De um lado, o toma lá, dá cá se tornou moeda de troca política e excluiu a população das tomadas de decisões fundamentais, criando um sistema de “direitos sem democracia”. De outro, governantes antiestablishment defendem restituir o poder ao povo e lutar contra todo e qualquer obstáculo institucional, mesmo que isso signifique criar, na prática, uma “democracia sem direitos”.

A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, de Max Weber

Em “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo’, Weber discorre sobre a relevância da reforma protestante para a formação do capitalismo moderno, de modo que relaciona as doutrinas religiosas de crença protestante, para demonstrar o surgimento de um modus operandi de relações sociais, que favorece e caracteriza a produção de excedentes, gerando o acúmulo de capital.

91k3hDnXZnL.jpg

O novo iluminismo: em defesa da razão, da ciência e do humanismo, de Steven Pinker

O novo Iluminismo é um livro que exalta as conquistas da humanidade, mesmo em tempos de grandes desafios. Pinker escreve esse livro em um momento muito delicado no Brasil e no mundo, no qual a ciência, a razão e as instituições estão sendo colocadas em xeque e precisam ser defendidas. Assim como Pinker, muitos pensadores produziram grande sobras em tempos difíceis.

81WlDgnRg+L.jpg

Por que as nações fracassam. As origens do poder, da prosperidade e da pobreza, de Daron Acemoglu e James A. Robinson

Os encontros do Colóquio sobre as Instituições do primeiro semestre de 2018 foi dedicado à leitura e debate da obra Por que as nações fracassam, livro que propõe responder à pergunta que há séculos instiga diversos estudiosos: por que algumas nações são ricas e outras são pobres, divididas por riqueza e pobreza, saúde e doença, comida e fome?

adam smit preto.png

A riqueza das nações, Adam Smith

Os encontros do Colóquio sobre as Instituições do segundo semestre de 2018 foram dedicados à leitura e debate do clássico da economia A riqueza das nações, considerada a obra fundadora da ciência econômica. Escrito no século XVIII, o clássico de Adam Smith gerou uma série de mudanças nas políticas econômicas. O livro aborda temas como o acúmulo de riqueza, divisão do trabalho, sistemas de economia, e até hoje é grande referência entre os estudiosos de todo o mundo.